Eu capitão do mato
Que segue a açoitar
Minhas fragilidades
Enquanto anseio por um abraço
Sôfrega à espera de acolhimento
Esse punho de ferro me ataca
Castigando-me com minha própria mão
Ah, se eu não buscasse refúgio
Nesse invólucro de tristeza
E autoinfligida solidão
04/2020
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